Lula dá aula de geopolítica: aclamado em Paris e ignorado pela mídia brasileira
Lula é ovacionado na França, fecha acordos bilionários e reposiciona o Brasil no centro da geopolítica global. Enquanto a velha mídia silencia, o presidente conquista reconhecimento internacional e firma parcerias estratégicas que projetam o país entre as maiores potências. Descubra como essa visita histórica está redefinindo o papel do Brasil no mundo!
- Por O Gazeta
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Lula desmoraliza a velha mídia, fecha bilhões em acordos e inscreve o Brasil na história mundial
Enquanto sai dinheiro em Real volta em Dólar e em Euro para os cofres do Brasil!
Prepare-se: o Brasil voltou ao mundo — e não é pela porta dos fundos.
Enquanto uma parte da imprensa nacional se ocupa em transformar miudezas em escândalos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva percorre o planeta como um verdadeiro chefe de Estado global, selando alianças históricas, fechando acordos bilionários e sendo ovacionado em salões que a elite midiática brasileira jamais sonharia pisar.
A cada passo fora do Brasil, Lula reescreve a geopolítica sul-americana. Mas aqui dentro, uma parte barulhenta da velha imprensa insiste em deturpar os fatos, amplificar irrelevâncias e esconder conquistas que fariam qualquer nação pulsar de orgulho. É o jornalismo de trincheira, cada vez mais desesperado, que viu seu projeto político ruir junto com o bolsonarismo tosco que tentou mascarar de doutrina.
Uma ofensiva internacional que deixa
a direita em pânico
A última viagem de Lula à China foi um divisor de águas. Enquanto o Globo, CNN, Veja e afins simulavam indignação com a fala legítima da primeira-dama Janja sobre o TikTok, o presidente assinava 20 acordos estratégicos com a segunda maior economia do planeta. Apenas cinco deles têm o potencial imediato de injetar US$ 20 bilhões nas exportações brasileiras.
Mas para os “especialistas de estúdio”, o que realmente importa é o protocolo de mesa de jantar. Uma crítica rasteira, misógina e provinciana, alimentada por uma imprensa que preferiria ver o Brasil de joelhos a reconhecer a soberania de um governo popular.
O resultado? O TikTok se comprometeu com medidas de segurança digital. A China suspendeu a exigência de vistos para brasileiros. E Lula ainda saiu da reunião com Xi Jinping com promessas de investimentos em transição energética, inteligência artificial, infraestrutura e agricultura sustentável.
E o escândalo? Não houve. A narrativa? Desmoralizada.
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Paris se curva a um operário nordestino
Agora, enquanto escrevemos este artigo, Lula está em Paris. Não como turista, mas como protagonista de um momento que entrará para os livros de história. Hoje, 5 de junho de 2025, ele se tornou o segundo brasileiro em 400 anos a ser homenageado pela Academia Francesa — a mesma que imortalizou Victor Hugo, Voltaire e Zola.
E o que fez o operário, ex-metalúrgico e preso político ser recebido com honras reservadas a reis, poetas e estadistas? Palavras.
Lula foi convidado a propor um novo termo para o Dictionnaire de l’Académie Française, selando seu nome ao lado de figuras como Dom Pedro II, Václav Havel e Anwar Sadat. Seu legado agora será também linguístico. A palavra escolhida, ainda em sigilo, promete refletir a alma de um povo que ousou resistir, sonhar e transformar sua dor em política.
Enquanto colunistas ressentidos contam os dias em que Lula está fora do Brasil — como se diplomacia internacional fosse férias — o presidente coleciona homenagens, títulos honoris causa e reuniões bilaterais com líderes das maiores potências globais. E tudo isso sem jamais abandonar o compromisso com os brasileiros mais pobres, que seguem sendo prioridade em seus programas sociais e investimentos em infraestrutura.
A verdade por trás das viagens: o Brasil
voltou a ser protagonista
É fato: Lula já passou mais de 120 dias no exterior desde que assumiu este terceiro mandato. Mas ao contrário do que tenta sugerir a narrativa rasteira da oposição, cada viagem foi um movimento estratégico para reposicionar o Brasil no tabuleiro global.
Enquanto isso, o presidente também visitou 23 estados brasileiros, impulsionando obras, lançando universidades, programas de saúde e reconstruindo o que quatro anos de descaso bolsonarista destruíram. Falar em “fuga” ou “abandono” é mais que desonestidade: é má-fé com assinatura e CNPJ.
Quem critica Lula por suas viagens internacionais ignora que o Brasil do presente precisa atrair investimentos, fechar acordos comerciais, combater o desmatamento com cooperação global, e disputar espaço no debate digital. E isso não se faz com lives em porões do Alvorada ou passeios de jet ski enquanto o país chora seus mortos.
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Globo, CNN, Veja e companhia: um ciclo em decadência
A insistência em fabricar polêmicas sobre Lula no exterior é o retrato do desespero de uma mídia que perdeu relevância e se recusa a aceitar que o Brasil mudou. O velho oligopólio da comunicação se contorce com o protagonismo internacional de um presidente que fala de igual para igual com Macron, Xi Jinping, Biden, Scholz, e que agora se prepara para sediar a COP 30 em Belém.
A tentativa de transformar Janja em bode expiatório só expôs o machismo e a arrogância que ainda permeiam certas redações. Pior: mostrou que não há limites éticos quando o objetivo é desgastar um governo legítimo, progressista e popular.
Viagens: Gastos ou Investimentos?
A oposição tenta desgastar o presidente com o número de dias passados fora do país – 126 em dois anos e meio de governo. Mas qual o saldo dessas viagens? O retorno em investimentos, acordos, parcerias e imagem internacional supera, em muito, o que se gasta em diárias ou deslocamentos.
Comparar Lula a um “turista do Planalto” é não apenas injusto: é anti-histórico. Nenhum país cresce isolado. Nenhum líder é respeitado se não mostra a cara no mundo. E o Brasil, após quatro anos de apagão diplomático, voltou a ser um ator relevante, graças à presença ativa do seu presidente.
Lula também percorreu o Brasil: 120 viagens nacionais em 23 estados. A agenda interna segue viva, pulsante e conectada às demandas reais do povo. Mas no palco global, ele cumpre outro papel: abrir portas, derrubar preconceitos, costurar alianças.
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Mas a verdade venceu. Mais uma vez.
A mídia esperneia, mas o Brasil está de volta. Não como colônia submissa, mas como parceiro estratégico. Não como piada internacional, mas como referência de justiça social e sustentabilidade. E não como país irrelevante, mas como voz ativa na construção de um novo mundo multipolar.
E agora Brasil? ou a mídia evolui, ou será esquecida
A imprensa brasileira está diante de uma encruzilhada. Pode seguir sendo assessoria de luxo do atraso, presa ao ressentimento da derrota, ou pode se reinventar, reaprender a noticiar com isenção e respeito à inteligência do público.
Lula já fez sua escolha: ele está no mundo. Está na história. Está, literalmente, no dicionário.
E quem ficar tentando sabotar isso com manchetes vazias e factóides ridículos… ficará para trás.
O futuro chegou. E fala português. Com sotaque de Caetés. E reverbera, agora, nas margens do Sena.
O Fim do Monopólio da Narrativa
A insistência da grande imprensa em atacar Lula por seus sucessos revela, em última instância, a perda de controle sobre a narrativa nacional. A era em que meia dúzia de editoriais decidia o futuro político do país está acabando. Hoje, a sociedade tem mais fontes de informação, mais meios de fiscalizar os fiscalizadores.
Lula não está acima de críticas – e ele mesmo sabe disso. Mas é hora de discernir entre a crítica construtiva e a sabotagem sistemática. Entre jornalismo e panfleto. Entre informação e histeria.
O Brasil está em movimento. A ponte com a China é real. A homenagem na França é histórica. E o mundo observa com atenção um país que, ao invés de se curvar, se levanta.
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