Curiosidade! Você sabe de onde veio os jumentos? Eles estão em extinção! Você conhece um jumento!

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Apesar de seu papel crucial ao longo dos últimos quatro milênios, os jumentos são frequentemente difamados, associados à estupidez ou falta de jeito. Tanto que, em alguns lugares, como na Espanha e no México, o asno enfrenta ameaças reais de extinção devido ao preconceito arraigado.

Curiosidade!

Você sabe de onde veio os jumentos?

Eles estão em extinção! Você conhece um jumento!

 

 

Por Alberto Senna

Os jumentos, cientificamente conhecidos como Equus africanus asinus, têm uma história de domesticação que remonta a cerca de 7.000 anos atrás. De acordo com um estudo genético abrangente, a domesticação dos jumentos ocorreu na região do Chifre da África, atualmente no Quênia.

Essa descoberta contradiz a crença anterior de que a domesticação dos jumentos era um fenômeno repetido em diferentes lugares e momentos da pré-história. A pesquisa, liderada por cientistas do Centro de Antropobiologia e Genômica de Toulouse, revelou uma única origem para a domesticação dos jumentos, ocorrida por volta de 5.000 a.C.

O contexto histórico desse evento é fascinante. Há cerca de 7.000 anos, o Saara estava passando por um processo de aridificação que resultou na expansão do deserto. Os jumentos, sendo mais resistentes à falta de água em comparação com outros equídeos, tornaram-se animais ideais para serem utilizados em tarefas agrícolas e de transporte, desempenhando um papel crucial nas comunidades daquela época.

Os parentes mais próximos dos burros domesticados, os burros selvagens (Equus africanus), ainda vivem na região africana e estão atualmente em perigo crítico de extinção. Portanto, a domesticação dos jumentos não apenas oferece insights sobre a história da relação entre humanos e esses animais, mas também destaca a importância de preservar as espécies relacionadas que ainda habitam a região de sua origem.

Desvendando os Mistérios da Domesticação dos Jumentos: Uma História de 7.000 Anos

Na longa saga da convivência humana com animais, os cavalos sempre ocuparam um lugar de destaque, relegando os jumentos a um segundo plano muitas vezes esquecido, talvez pelo preconceito que os envolve. Contudo, uma recente pesquisa genética revelou que esses animais têm uma história fascinante e até então desconhecida de domesticação.

Até pouco tempo atrás, acreditava-se que a domesticação dos jumentos (ou burros, jegues) era um fenômeno que ocorreu em diferentes lugares e épocas da pré-história. Entretanto, o maior estudo genético já realizado sobre esses animais surpreendeu ao apontar para uma domesticação única, ocorrida há aproximadamente 7.000 anos no Chifre da África, na região que hoje é o Quênia.

Os parentes mais próximos dos burros domesticados, os burros selvagens (Equus africanus), ainda habitam a região africana e enfrentam risco crítico de extinção. A pesquisa, liderada por cientistas do Centro de Antropobiologia e Genômica de Toulouse, revelou não apenas a origem singular desses animais, mas também antecipou a data da domesticação em cerca de quatro séculos, estabelecendo-a por volta de 5.000 a.C.

A domesticação dos burros teria ocorrido em um momento estratégico. Há 7.000 anos, o Saara passava por um processo de aridificação, resultando na expansão do deserto. Os burros, mais resistentes à escassez de água do que outros equídeos, tornaram-se ideais para tarefas agrícolas e de transporte, desempenhando um papel fundamental na vida das comunidades da época.

O estudo envolveu a análise genética de 207 burros modernos de 31 países, juntamente com restos de esqueletos de 31 jegues que viveram nos últimos 4.500 anos. Os pesquisadores também utilizaram informações genéticas de outros equídeos, resultando em uma narrativa única sobre a domesticação e dispersão dos jumentos ao longo dos milênios.

Além da descoberta fundamental, o estudo revelou curiosidades adicionais sobre esses animais. Na era romana, por exemplo, foram identificados burros gigantes, cerca de 25 centímetros maiores que a média moderna. Os romanos, astutos como sempre, preferiam as mulas, cruzamentos entre burros e éguas ou burras e cavalos, devido à sua robustez e capacidade de percorrer longas distâncias.

Apesar de seu papel crucial ao longo dos últimos quatro milênios, os jumentos são frequentemente difamados, associados à estupidez ou falta de jeito. Tanto que, em alguns lugares, como na Espanha e no México, o asno enfrenta ameaças reais de extinção devido ao preconceito arraigado.

Assim, essa pesquisa não apenas revelou a intrigante história da domesticação dos jumentos, mas também destaca a importância de superar estigmas e reconhecer a contribuição valiosa desses animais para a história e desenvolvimento da humanidade.

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